Mena Brito. Pintora natural de Lisboa, nasceu a 26 de Agosto de 1955. Licenciada em Pintura pela Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa. Estudou desenho no atelier do pintor Eleutério Sanches. Teve um estagio de gravura no AR.CO. com o mestre João Hogan. Diversas Exposições Colectivas em Portugal e no estrangeiro. Teve diversos artigos em jornais e revistas.; ArteGuia - Directório de arte, España e Portugal em 92/93; Dicionário de Pintores e Escultores Plásticas Portugueses - Vol. I, de Fernando Pamplona. Aspectos das Artes Plásticas, de Fernando Pamplona. Artes Plásticas - Portugal, o Artistas, seu Mercado de N. Martins, 1993. Arte '98 de Fernando Infante do Carmo, 1998. Edição do livro Atmosferas do Corpo - ensaio acerca da Pintura de Mena Brito, ed. «Prefácio», com textos de Luís Filipe Maçarico e Maria João Fernandes, 2002. É membro do Grupo Português de Artes Plásticas José Malhoa, sediado em S. Paulo, Brasil.
laurie pace
Lauri Pace Pintora texana impressionista, reconhecida internacionalmente, Laurie aborda a tela com muita cor, espátula intensa e amplas pinceladas. Explora a cor e espaço num desafio diário. Artista profissional a tempo inteiro, trabalha no seu estúdio, seis dias por semana. Possui uma licenciatura em arte e tem muita experiência como artista. Dirige uma agência de publicidade, e ainda ensina piano e guitarra.
maria dulce barata feyo
Maria Dulce Barata Feyo. Pintora portuguesa nascida em Fafe. Licenciada em pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto, em 1983.
ricardo paula
Ricardo Paula. Pintor angolano (1964). Curso de Design e Equipamento de Interiores da Escola Internacional de Artistas Gráficos e Designers do IADE. Expõe desde 1982. Está representado em várias colecções particulares em Portugal e no estrangeiro e no Museu da Cidade-Lisboa; Museu Municipalde Loures; Museu Armindo Teixeira Lopes-Mirandela; Biblioteca Municipal António botto-Abrantes;Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo-Açores.
henrique do vale
Henrique do Vale (Malange-Angola, 1959). Curso Superior de Pintura da E.S.A.P.; Curso Superior de Design Industrial da E.S.A.D.; Mestrado em 'Art,Craft & Design Education' 2004 (defesa de tese) na Universidade de Surrey Roehampton - Londres, estágio de Litografia/Gravura na Academia de Belas Artes de Liége; participação em vários Workshop de Gravura com Artistas Belgas e Portugueses - Projecto/Vila nova de Cerveira e no Workshop, Gravura Digital - Gravura Tradicional (2004), na Bienal de Cerveira. É professor de Educação Visual na Escola E.B. 2/3 de Paredes de Coura.
Está representado no Museu de Arte Moderna da Madeira, no B.C. M.; no Museu Nogueira da Silva, em Braga; no Ministério da Agricultura, em Lisboa; na Escola Superior de Educação, no Porto: no Instituto de Oncologia do Porto; na Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira e em Colecções partitulares. Desde o ano de 1990 que expõe com regularidade. Já tem no seu currículo uma série de Prémios. Recebeu recentemente o Prémio De Aquisição - Pintura, Prémio Thomaz de Mello, na V Bienal Artes Plásticas Pintuta e Escultura atribuido pelo Centro Cultural da Nazaré.
antoni tapiés
Antoni Tapiés. Pintor catalão. Nasceu em Barcelona a 13 de Dezembro de 1923. A obra inicial de Tàpies é influenciada pelo surrealismo, conforme se pode constatar em A Ocultação de Wotan (1950), principalmente pelos pintores Paul Klee e Joan Miró. Em 1950, Tàpies faz a sua primeira exposição individual nas Galerias Laietanes de Barcelona. Após ter obtido uma bolsa de estudo viaja para Paris onde se relacciona com Picasso. As suas exposições prosseguem em Madrid, Veneza e Nova Iorque, na galeria de Martha Jackson.
perez franco
Perez Franco combina as cores sóbrias da sua região nativa na América do Sul com as cores vibrantes tropicais, onde viveu durante muitos anos, enquanto residente na Venezuela. Estes dois mundos coincidentes e harmoniosos são traduzidos em pinturas meticulosamente construídas. Valores populares latino-americanos são transformados em busca da universalidade. Os seres anónimos nas obras de Perez Franco servem para representar e agir como símbolos da realidade. Eles dominam cada tela, como se fossem inevitáveis consequências das camadas de pintura. Mas estas cores que enriquecem a composição são algo mais do que pormenores figurativos, que fazem parte de uma arquitectura interna subtilmente criado pelo artista, indicação de sua formação académica. Na arte latino-americana, tem havido sempre uma simbiose entre o arquitecto e o artista. A partir desta simbiose bem assimilada, o artista cria suas visões, exaltando os valores positivos do nosso mundo e dos seu patronos ... Tamayo, Torres-García, cores do sul, iluminação tropical, rigor arquitectónico, murais, e um forte desejo de contribuir para a definição da América Latina através da arte, são algumas das orientações que iluminam o único mundo de Pérez Franco .
Em seu horizonte, a figura humana, é um elemento de uma arquitectura superior em que podemos definir a diversidade de expressão latino-americana" (by A. Alvarez-Bravo)
carlos franco
Em Carlos Franco aparece um maneirismo de gestos, referências e cor, no qual o ornamental e o cru convivem ou é proposto um diálogo radical do figurativo com o abstrato. Somados esses elementos, o que se encontra nos quadros do artista é uma inconfundível presença da expressão, marcada por cores fortes.
A preocupação do artista em unir sentimento estilo, no que chama de mestiçagem interior ou mesticismo é, na verdade, uma completa desenvoltura, um luxuoso desnudar da pintura no qual não faltam o tratamento lírico da mitologia, a sensualidade, o desejo do outro e a busca pelo prazer.
No início dos anos setenta, em 1971, o jovem Carlos Franco (Madrid, 1951) começa a expor as suas pinturas individualmente, concretamente na Sala Doncel em Pamplona. No ano seguinte, iniciou uma contínua presença Madrid, para o qual contribuiu a influente Galeria Amadis. Nos anos setenta, dava-se assim início a um novo período de arte espanhola.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

















